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TERÇA DO ÍDOLO: Hélcio Jacaré


Para começar bem o dia, vamos direto ao assunto principal de hoje, é a Terça do ídolo. Desta vezes vamos conhecer um pouco da carreira de Hélcio Jacaré.

Unanimidade entre os torcedores do América de Natal, Hélcio Jacaré passa a ser o principal assunto em termos de "ídolo".
                             
                Em pé: Hélcio Jacaré - Ubirajara - Mário Tito - Zózimo - Ocimar e Nilton dos Santos. Agachados: Paulo Borges - Bianchini - Parada - Roberto Pinto e Mateus.

Hélcio Xavier da Costa, nascido em 1948, no Rio de Janeiro. O craque começou sua carreira profissionalmente no ano de 1968 no Bangu, no ano seguinte foi transferido para o Itabuna da Bahia. Ainda jogou no Corinthians/SP entre os anos de 70 e 71. Em 1972 foi direto para o futebol cearense. No ano seguinte chegou ao América de Natal.

Unanimidade. Hélcio Jacaré é citado por 10 entre 10 torcedores do América quando o assunto é ídolo, o maior atleta da era Castelão. Jogador de talento puro, gols inacreditáveis, chegou ao América em 1973, onde permaneceu até 1976. Conquistou dois títulos estaduais e um Campeonato do Nordeste, a Taça Almir. 


Depois de muito lutar para derrotar a hepatite que o vinha atormentando há tanto tempo, o carioca Hélcio Xavier acabou batido pela doença. O grande campeão partiu no final de 2004, para tristeza de tantos que o viram encantar toda torcida do América.


"HÉLCIO JACARÉ, HERÓI DOS VELHOS TEMPOS !"

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TERÇA DO ÍDOLO: Scala


Semana passada você conheceu mais a história do craque Souza, o é a vez do Zagueirão Scala.

Luís Carlos Scala. Nascido no dia 13 de junho de 1940. Natural no município de Rio Grande, no estado do Rio Grande do Sul. Se hoje estivesse vivo, completaria no próximo mês 72 anos de idade. Infelizmente, Scala não está mais entre nós. Faleceu em Natal/RN, dia 11 de outubro 
de 2007.



Luís Scala era aquele típico zagueiro robusto, forte, ótima marcação e colocação em campo e bastante técnico. O jogador começou no clube do Riograndense. Se destacou no Internacional, o colorado porto-alegrense.

Em pé: Schneider, Sadi, Pontes, Scala, Elton e Laurício
Agachados: Carlitos, Bráulio, Claudiomiro, Tovar e Dorinho

Lembra da Copa do Mundo de 1970 ? Ele foi pré-convocado, fez dois jogos na Seleção Brasileira de Futebol, mas uma fratura no tornozelo tirou-o do tão sonhado Mundial no México.
Em 1973, o ídolo americano estava atuando no Botafogo/RJ e disputou a Copa Libertadores. 


Treino do Brasil em 69. Na foto, Rivellino deixava crescer seu primeiro bigodão e Joel Camargo, o açucareiro, está atrás do braço esquerdo do Reizinho do Parque. Toninho Guerreiro, Paulo César Caju, Scala, Brito, Rildo e Pelé sorriem felizes da vida


Só em 1974, Scala começou a trajetória no América, onde traria muitas alegrias aos torcedores rubros. Ouvia-se falar na época e até hoje que ele foi o melhor zagueiro que atuou no futebol potiguar. Chegou ao Mecão por meio do presidente Dilermano Machado.

Scala no América nos decada de 70.

Os planos era que o atleta ficasse no América por apenas 3 meses, mas ele se apaixonou pela cidade do sol e resolveu renovar o contrato por mais um ano. Consagrou-se campeão estadual e encerrou sua carreira no alvirrubro. Scala após deixar os gramados resolveu ser técnico de futebol, figurou entre tês clubes do estado. Depois de técnico, virou comentarista esportivo. Afastou-se do futebol e começou a administrar a Imobiliária Costa Azul no Rio Grande do Norte.

Scala agachado na esquerda

No dia 5 de setembro de 2007, com 67 anos, Scala foi internado na UTI do Hospital Natal Center. Sofria de Mal de alzheimer. Em conseqüência de uma forte pneumonia em uma quarta-feira, 11 de outubro, o saudoso Scala faleceu.



Scala saiu da vida para entrar na história, com muito carinho todos nós brasileiros lembramos de tudo que este fez pelo futebol. Um exemplo não só de jogador, mas de um HOMEM DE GARRA ! FICA COM DEUS, ETERNO ÍDOLO, ETERNO ZAGUEIRO!

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TERÇA DO ÍDOLO: Souza





Estréia aqui no Torcedor Nordestino, a "TERÇA DO ÍDOLO". Toda terça-feira você vai conhecer um jogador que fez histórias nas suas passagens pelo América de Natal. E começamos hoje com Souza, o Eterno Rei da torcida americana.


José Ivanaldo de Souza, mais conhecido como apenas Souza. Nascido em 6 de junho de 1975. Natural da cidade de Itajá/RN. O canhoto de apenas 1.69m registrou sua marca no clube. Se perguntar ao um torcedor americano: "Você gostaria de ver Souza novamente em campo?", a única resposta obvia seria: "Com certeza, sim!". Aposentado, após torcer o tornozelo na sua terceira passagem pelo América, Souza ainda havia falado ao jornais que seu amor pelo Mecão é tão grande que sonha em um dia se tornar-se presidente do alvirrubro. 

O baixinho começou sua carreira pelo próprio América, o principal clube do RN, onde permaneceu por dois anos (1991-1993). Logo se destacou e foi transferido ao Corinthians/SP, jogou lá por 4 anos, ficou muito conhecido no Brasil inteiro. No time paulista, foi o maior responsável pelas conquistas dos títulos do Campeonato Paulista de 95 e 97, bem como a Copa do Brasil de 95.

Souza, o último jogador agachado da direita

Não podemos nos esquecer da atuação memorável que Souza fez na Seleção Brasileira de Futebol, o meia fez 11 jogos e não deixou de marcar seus gols. 



Primeiro gol do rei com a camisa do Brasil


E não parou por ai... Assim que saiu do Corinthians, vestiu a camisa do Atlético Paranaense, São Paulo e Atlético Mineiro, depois foi jogar fora do Brasil, passando duas temporadas no Krylya Sovetov, na Rússia. Quando retornou ao país de origem, em 2005, foi direto contratado pelo Flamengo/RJ. Depois de cinco meses, foi contratado novamente pelo América de Natal e conquistou o acesso para a série A. Em 2008 foi para o Atlético Mineiro, mas não adiantou, o amor pelo América era maior e no mesmo ano voltou ao Mecão.

Opa ! E o Campeonato Brasileiro ?! Não esqueça, ele foi Campeão Brasileiro de 2001, pelo Atlético Paranaense.

Souza, o último jogador agachado na esquerda da foto

SOUZA HOJE ESTÁ MARCADO COMO O MELHOR JOGADOR NA HISTÓRIA DO AMÉRICA DE NATAL. MUITO ADORADO PELA TORCIDA, UM CARINHO MUITO GRANDE, FOI POR VÁRIOS ANOS O CAMISA 10 DO CORINTHIANS/SP. NÃO SÓ FEZ HISTÓRIA NO AMÉRICA, MAS EM TODOS OS CLUBES QUE PASSOU, FEZ HISTÓRIA NO FUTEBOL DO BRASIL !

Música de homenagem para Souza, feita pela torcida organizada do América/RN

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